sábado, agosto 02, 2008

O QUE SINTO AGORA…


Latejam em mim as palavras deste poema
Acompanham as batidas do coração…
É verdade. Não é fita de cinema…
É o que sinto por dores de uma ilusão.

Angustia e morre na garganta o fonema
E o medo faz parar a irregular pulsação
Utópicas e estranhas imagens são o lema,
Da vida que não vivo, nem por mera imaginação…

O teu sono sem o meu sono é a ansiedade
Que não partilho, nem por necessidade…
Porque a saudade controla todas as pulsões…

Eis porquê neste poema deixo minha tristeza,
Deixo a fé, deixo aquele sonho de beleza,
Deixo as lágrimas defuntas, sem contemplações…


02.08.08
(comment ao último poema do Caderno da Alma)

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2 Comments:

Blogger jorgeferrorosa said...

Belo poema esse hem. Isso foi tudo inspiração ao ler o meu trabalho? Ah! Sem palavras, mas é magnífico, apesar da dor defunda e descontrole de situação de angústia; quase uma demência mental, mas cada qual é como é. Vamos colocar esse astral em cima. Tem mesmo que ser.
Apenas escrevi tendo em conta os meus estados de sentir, nada mais do que isso.
Mas, esse trabalho está bem lindo e profundo. Mil aplausos. Beijinhos com a minha estima.
Jorge

10:42 da tarde  
Blogger Leonor C.. said...

No mar da poesia que nos brota da alma, deixam-se os sentires mais íntimos...

Bjs.

12:59 da tarde  

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