sábado, julho 26, 2008

AS TUAS PALAVRAS PODRES


Fedem as palavras que deixas passar,
Estão podres de mentiras e enxovalhos
São as imagens para um povo infeliz
Que de tão triste se deixa enganar…
Queria que fossem matinais gotas de orvalhos
Para arrefecer minhas feridas,
Mas não passam de sórdidas mentiras
Que apenas me fazem chorar…

As tuas palavras são sonâmbulos ruídos
Num constante faz de conta, a mentir;
São impuras e no todo desgastantes.
Queria que fossem hinos de simpatia…
Palavras alegres, para me fazer sorrir,
Mas apenas são palavras podres, horripilantes
Que ao invés, me deixam em agonia,
Que me trazem a dor de momentos sofridos…

Palavras que são tuas e de mais ninguém;
Palavras que deixaram de ser usadas
Porque de tão podres são apenas nadas…
As tuas palavras falsas são o que te mantém
No podium da loucura, como que apaixonadas
Pela mentira e o malabarismo do momento
Que as faz ser um fingimento…
Para tentar sempre, enganar alguém…

26.07.08

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2 Comments:

Blogger Nilson Barcelli said...

Afinal tens escrito e muito. Tu é que te esqueceste de mim... e eu de ti...
Tens escrito e bem, claro.
Gostei do que li, deste poema e dos outros mais abaixo.

Um beijo.

6:06 da tarde  
Blogger joaninha said...

Alô Nilson!
Que bom ter-te encontrado aqui... fiquei a saber que continuas a ler as minhas "borracheiras" e tens coragem de dizer coisas bonitas que nem mereço. Bem-haja! Gostaria que outros viessem, mas realmente não vale muito o que escrevo...
Um beijo XL com admiração

7:05 da tarde  

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