sábado, julho 26, 2008

IMENSA TERRA?


Sim! Nesta imensa Terra onde me afundo
Deixando-me engolir pelo advir,
Deixo que tudo passe pelo mundo
Onde eu já deixei de sentir...

Deixei de sentir e sou pó
Sofri as incongruências da vida
E parti antes de meter dó…
Porque não aceito ser preterida…

Desventra-se a Terra pelos seus bens
Mente-se por um punhado de vinténs
E de transformação avante se vai…

E o futuro da Terra será como o meu,
Que é passado e que já morreu,
Dizendo aos povos – Pensai!

26.07.08

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2 Comments:

Blogger Nilson Barcelli said...

Colocaste este poema no comentário que me fizeste...
Gostei muito querida amiga.
Tu escreves tão bem... devias fazê-lo mais vezes...
Um beijo.

6:04 da tarde  
Blogger Jane said...

Obrigada pelos sempre simpaticos comentários! Se calhar é isso que vou fazer nestes dias: avivar memórias. Muitas felicidades e desejo que tudo esteja bem. Beijinho

11:31 da manhã  

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