segunda-feira, agosto 04, 2008

MEU AMOR

Amei-te à luz brilhante do sol e na palidez da lua
No silêncio, impaciente, esperava que chegasses
E se chegavas, no deleite do silêncio sonhava…
Gravei o teu nome nas estrelas e na minha pele nua
Esperando iludida que na poesia acontecesses
Enquanto a tua voz era o hino que muito amava…
E nunca te chamei meu amor para não te perder
Mas o teu beijo, trago-o na boca, como um segredo
Que ninguém sabe, que nem ninguém vê …
E me faz sorrir porque ninguém pode ver.
Sinto por vezes que a sorrir me traio e tenho medo
Porque de noite, nas noites de breu, sem lua,
Chamo-te baixinho “meu amor” e aconteces…
Aconteces como sempre sonhei… ser tua…


O4.08.08

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1 Comments:

Blogger Leonor C.. said...

Minha amiga, que bela poesia vim encontrar aqui!"Nunca te chamei meu amor para não te perder/mas o teu beijo, trago-o na boca,comoum segredo...." Tocou o meu coração. Há coisas que guardamos no nosso íntimo com medo de a perdermos ou de sermos incompreendidas. Opoema podia ser meu!...

Beijinhos!

12:55 da tarde  

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