quarta-feira, agosto 06, 2008

DIVAGO


Fantasma é a figura que recordo
Depois de já não ser eu,
Porque depois serei o nada…
Serei somente quem morreu
Os passos que dei são degraus
Da longa escada que desci,
E todos os momentos maus…
Foram todos os que te perdi…
Quem fui, só aparência,
Sem deixar de ser real…
Com mil actos esquecidos
Nos braços da violência
Desculpo-te de todo o mal…
Por aqueles momentos queridos…


06.08.08

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7 Comments:

Blogger Nilson Barcelli said...

Não sei onde te inspiraste (rsrs...) mas o que escreveste não é uma divagação qualquer, é um poema com personalidade e, principalmente, com uma estética poética muito ao teu estilo.
Muito bom, gostei imenso cara Joaninha.

Beijinhos.

10:10 da tarde  
Blogger Jane said...

Está fantástico, de uma profundidade imensa. Muito pessoal, imagino. Pareces-me uma mulher de força e espero que tudo esteja já ultrapassado ou, pelo menos, estabilizado. Um abraço.

10:53 da tarde  
Blogger jorgeferrorosa said...

Sempre muito belo este escrito, maravilhoso todos os dias. Adorei mesmo.
Reflexivo!
E depois o que seremos? É sempre uma questão filosófica sempre mesmo.
Beijinho e faz favor de continuar a escrever.
Beijinho

10:26 da manhã  
Blogger Leonor C.. said...

Querida amiga, a recordação dos bons momentos às vezes ainda são um bálsamo para o resto!

Mil beijos

HOJE E AMANHÃ

6:02 da tarde  
Blogger jorgeferrorosa said...

À Joaninha atrevida!

Pois é minha amiga Joaninha, sempre cheia de cores, muitas cores, desta vez deve ser influências do arco-íris algarvio com toda a sua leveza.
Menina ainda bem que gostou do blog da Maria José Fraqueza, sabe, ainda vai gostar mais se voltar de novo a colocar lá os pés. Não perca tempo, nem sabe o que ela me preparou, só visto. Aqui, minha nossa é algo que nem eu esperava, e sem a minha autorização. É um abuso de confiança... mas, como é sempre o mas, ela está à vontade!A Zezinha é uma algaravia marafada, da gema, faz poemas de tudo e de nada. Cuidado! Nem calcula, o Algarve tá todo versejado. Sabe uma coisa, em termos de cultura, é um valor ímpar, ninguém tem feito o que ela se deu ao trabalho de conceber... mosss, sabe ainda, é que anda para aí uma cambada de invejosos que só sabe apontar e de coisa boa, hum, nã vi nada. Olha, vamos mas é dançar o corridinho e daqui a pouco vou para a praia de noite porque a água está quente. Vai tudo em cueca, até as montanheiras descem da serra para se lavarem na maré, do pó da amêndoa e da alfarroba, estão cheias de comichões. Só visto. E a minha amiga diz que a água salgada aperta! Ai se aperta... pois até agente aperta o laço. Ai que aperta Maria! E a simpatia é o laço que nos une, diz a amiga Gisela, pois é, a coisa tá mesmo bela, mas quem não cai sou eu, nada de esparrela. Vamos embora Maria e atira-te ao mar... vá, vá.... ginhos do Ginho que foi para as alforrecas, levado pela maresia e elas derem à costa.

Tá tud mais enjoado que um chalavar de carangueijo móoooo, que mais queres? Nã vês que o mar tá bravvvv, tá feit num cão.... boa noite!

11:35 da tarde  
Blogger Maria José Fraqueza said...

Para si Joaninha:
Fico muito contente pelas suas palavras amigas. Penso que quando ler o livro poderá inteirar-se melhor do seu valor. Obrigada pela prontidão com que respondeu. Gostaria muito de conhecê-la.Um beijinho

11:53 da tarde  
Blogger jorgeferrorosa said...

Ó Joaninha voas muito depressa! Muito mesmo, demasiado. mas como é que eu te podia bloquear no messenger se eu nem estou no MSN? Ai, isso ainda muito mal, é tontura de Joaninha às bolinhas. sim, eu vi o comentário que fez à minha amiga Maria José Fraqueza, claro, ela está aqui ao meu lado. Estamos e está de olho em cima. Por isso o que diz, é impróprio para entendimento. Bem, bem... o blog dela está um show, fantástico. Está num mundo de tecnologia e das mais elevadas, cuidado nem brincar, porque a casa vem abaixo. Vá boa noite, isto está lindo mesmo.

12:02 da manhã  

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