domingo, janeiro 17, 2010

A QUALQUER MOMENTO

Abri o meu coração à morte
Deitei minhas penas ao vento
E embalada por um vento forte
Fui velando o meu pensamento…

Meu corpo feito farrapo sem norte,
Guardando todo o meu lamento
Era tudo o que restava da minha sorte
Que se esgotava a qualquer momento…

Breve serei apenas suspiro de verdade
Serei o que resta da tua saudade
Porque nada deixo de valor real…


Serei pena de pássaro a esvoaçar
Serei lágrima de quem esteja a chorar
Porque nada deixo de valor real…

17.01.10

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1 Comments:

Blogger Maria Clarinda said...

Joaninha querida....
Não nada neste poema pode ser real...nada pode ter saído...não...não....e, não...!
Adoro-te Amiga,
Carinhos mil

10:28 da tarde  

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