terça-feira, janeiro 12, 2010

NÃO…NEM…

Não voltei a olhar
Nem para um último adeus
Não houve um suspiro
Nem um pulsar mais forte
Não houve mais um beijo a dar
Nem mais um olhar dos teus…

Não voltei a chorar
Nem tão pouco a esperar
Por milagres de um qualquer deus
Não esperei ter essa sorte…

Não mais vi as horas a passar
Nem esperei que elas passassem…
Não ouvi mais sinos a tocar
Nem pássaros que cantassem
Depois da minha morte…

12.01.10

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2 Comments:

Blogger jorgeferrorosa said...

O que vi e o que não vi? Sei e não sei, olhei, tornei a olhar, tornei a ler, tornei a meditar sobre tão bela mensagem. Um adeus? Último? Mas para onde? Complicado! Continua um pulsar, com uma força estranha, algo que nem sei traduzir, um beijo e o sentir... não? Nem sei o que dizer! Deixo palavras que estão a surgir, do meu interior, neste cantinho tão precioso, neste lugar mais belo, cada vez com maior beleza, esta, onde fico a chorar por não conseguir tudo abraçar.
Deus? Onde? Não sei, nem sei que serve! Esperamos e não sabemos para onde é o rumo... milagres? Sorte? Vida e morte é a realidade. Sinto um aperto no coração, sinto algo que nem sei o que mais dizer, apenas sinto que no tempo tudo se vai perder...
O que fica depois da morte? Essa é a questão... depois da morte fica o silêncio da orquestra do nada, onde as palavras não possuiem mais sentido. Repara que o que te escrevo não serve para nada nem ninguém o poderá entender! Sabes o que te digo? Apenas que a vida é uma viagem muito breve, sinto que sim, sinto que tudo isto doi, sinto que ainda que sentindo deixo de sentir e todo o sentir não é mais do que uma aventura da existência.
Belo poema Isabel, belo mesmo. Profundo, exibe as janelas do sentimento, exibe um estado de alma. Força querida amiga, força mesmo. Gosto mesmo muito de ti, és a pessoa mais linda do mundo. A minha amiga que sempre fala comigo todos os dias e nunca se cansa. Obrigado mais uma vez Isabel. Ninguém como tu, sério. Ninguém mesmo. Mil vezes obrigado, mas o que escreves é força ímpar de um interior sensível.
Mil beijinhos agora e pela eternidade da amizade.
Do Jorginho, o Jorjão que por vezes está na Gilão! Com a minha emoção e a grandeza do sentir e estar ainda em vida.
Amei o trabalho. Até já ou até todos os momentos.
Jorge Ferro Rosa

7:39 da tarde  
Blogger Maria Clarinda said...

Joaninha, minha querida que poema belo, mas...ao mesmo tempo faz algo apertar em nós.
Sei que sabes...o que sinto...e os sentimentos que me desperta.
Eu sei que te adoro...e que continuarei ainda por muito , muito tempo a ler-te com poemas sempre novos.
Jinhos de carinho

11:12 da manhã  

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