segunda-feira, julho 02, 2007

A QUARTER TO ELEVEN A.M.


A voz que ouvi encheu-me de alegria,
Fez-me ter força e até sentir coragem
De deixar que esta minha fantasia,
Não fosse voz de vento, nem de aragem….


Beijei o vento com a ternura e a magia
Que nos faz acreditar e ter coragem
Para se aceitar o quanto se queria,
Embora às vezes, o amor seja miragem…


Na dança que dança deste gostar,
Baila comigo, vem louco para me amar…
Que a vida é curta e com pouca verdade…


Vem amar-me como sabes, com ternura,
Como criança inocente, cheia de candura,
Porque só assim o amor dura uma eternidade…


23.06.07

1 Comments:

Blogger jorgeferrorosa said...

Sempre uma voz, um motivo de alegria, contudo, sempre agarrada à fantasia, aos murmúrios do vento e deixa-se levar na aragem. Tempos de magia, miragens e andanças, de gostar e não gostar. Amor que dura eternidade? Qual o tamanho da eternidade? Interrogo acerca do amor... onde está? Como é? Talvez um dia se deixe apreender!
Belo poema. Parabéns.
Beijinho

Jorge Ferro Rosa

11:28 da manhã  

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