segunda-feira, fevereiro 23, 2009

MURMURIO DO MAR


A onda vem de mansinho
E na areia rolam cascalho e conchinhas
Que cantam a canção do Mar,
Enquanto caminho, pé ante pé, devagarinho
Olhando a imensidão do azul…
Estendo o olhar alem do horizonte
E sinto a brisa nos lábios como um beijinho
E vai e vem. E vem e vai a onda do Mar
E no marulhar suave oiço o cantar
Da Terra a ser beijada pelo Mar…

23.02.09

2 Comments:

Blogger Nuno de Sousa said...

Linda imagem e um belo texto.
Gostei de conhecer este belo cantinho.
Bjs Joaninha,
Nuno

11:58 da tarde  
Blogger jorgeferrorosa said...

Não sei se a onda vem, não se até quando pode vir, confesso que não sei! A praia, o mar tem imensidão... perco-me na vastidão dos dias do mar, ainda que caminhe lentamente, mas vou! Sabes que sim, talvez um dia por aquele lado, o lado que não te falei, nem sei se será necessário falar-te, porque todo o resto desenha-se na imensidão do azul. O meu olhar perde-se na vontade das cores, nos sabores, na brisa escondida e marota! Perco-me na sensualidade de todos os nomes, os distantes que são falados pelas bocas e lábios vermelhos. Tudo está numa dança, mesmo que não seja moderna, agita a onda e deixo todas as preocupações, começo a ficar mais distante, mais além, sou o ninguém dos pensamentos que te assistem nas manhãs de sonolência.
O mar ainda me sorri, tu também, mesmo que a maré fique alta e todas as situações falem de ti, sem que estejas presente ou a tua presença seja significativa. Deixa o resto, deixa para lá... escrevo na água a palavra que se dissolve e ficas assim para todo o sempre, esse sempre que nunca se entende ainda que o queiras entender. Ficamos para depois...

Com um beijinho pelo bonito trabalho.
Jorge Ferro Rosa

5:07 da tarde  

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