segunda-feira, novembro 17, 2008

EM ETERNA PAZ!


Serenamente a madrugada avança
Enquanto um suspiro de saudade
Deixa que a tua recordação
Não seja mais do que o suspiro…
Foi vida que foi realidade,
Sonho que se esvaiu do coração…
Lágrimas e dores largadas no tempo
Uma chama que se apagou
Depois de ateada naquele verão…
Hoje nada resta…
Nem a ilusão
Nesta alma que já não presta….


17.11.08

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1 Comments:

Blogger Nilson Barcelli said...

Gostei do poema, e muito, só não gostei do "Nesta alma que já não presta..."
Mas eu digo-te: presta, presta... porque a tua alma é boa (eu vejo-a...).
Beijinhos.

6:16 da tarde  

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