sábado, setembro 15, 2007

“CERCA DE NABÃO”

En las márgenes del río Nabão
Con las árboles haciendo de sombrero,
Hablé contigo bueno caminero
De la dolor de mi “coração”…

Tus manos en las aguas del “Nabão”
Adjunto de las flores, bueno caminero,
Sin casa ni tampoco dinero,
Dejaste un daño en mi “coração”

Hasta siempre mi amigo del río
Contigo en dialogo de lo que eres mío
Pero que eso eres la amistad…

Volveré a Tomar otra vez a verte
Haya que decir que fue un placer conocerte
Y que después de hoy, será la eternidad…

14.09.07


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1 Comments:

Blogger jorgeferrorosa said...

Nas margens do tempo, com ou sem rio, tomam as árvores a minha presença, pelas sombras o meu refrescar, o coração que acolhe o brio, entre os caminhos do pensar. Lindas águas, a cor que absorve, entre as flores uma palavra que deixo, porque do poema gostei, esse que absorvi, esse que contemplei, traço o diálogo, na dialéctica do olhar amistoso, este sim, é glorioso, é mais belo, mais do que todo aquele mais que um dia houvera dito, houvera escrito, entre os eflúvios doss verdes, esses que conectaram a eternidade para o sorriso do silêncio.
Joaninha, parabéns pelo poema está muito belo. Gostei sim.
Beijinho da Alma

9:21 da manhã  

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