segunda-feira, maio 04, 2009

A MINHA PEDRA FILOSOFAL


Sentei-me num bloco de granito
Frio e cinzento
Na encosta de um monte
Para dar largas ao pensamento…
Belo e frio o granito era bonito
E o fio de água da fonte
Fez divagar meu pensamento…
Pensei que pensam que são felizes
Que são livres de pensar,
Porque assim pensam os petizes
Enquanto não sabem que crescem
Sem nunca poder amar…
Minha alma inspirada
Pelo granito cinzento e frio
E mulher feita pensante
Percorro o caminho errante
Com a máscara do faz-de-conta
Que desconheço o que está mal,
Que não há cunhas nem padrinhos
Que escondem incompetências;
De muitos falsos anjinhos
Destruindo ideologias,
Usando as prepotências
Que vão levando falências
E boicotes para destruir um ideal…
Nos bastidores há intriga
Há um mal destruidor
Que se finge não ver…
Mas que é demolidor.
Inventa-se a simplicidade
Para justificar o que é destruidor…
Sem se pensar na dura realidade
Que tudo aniquila e vai deixando dor…
Já poucos sabem.
Já poucos sonham
Onde andam os que pensam?
Já poucos sentem que se avança
Todos sentem que se cansam
Como a brincar, como uma criança…

29.04.09

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1 Comments:

Blogger Kafka said...

Resta o sonho da esperança. Sem ele esta vida não faz sentido.
um beijinho

11:16 da tarde  

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