sexta-feira, setembro 12, 2008

QUANDO A ALMA DESISTE


Vento forte, deixando o som do seu ulular
Fazendo eco com o meu pensamento
Que perdido, apenas vai deixar de lutar;
Vai perecendo de saudade a cada momento.

Meu espírito solitário e sofredor de tanto amar
Apenas passará a chamar-se meu tormento,
Porque de amores eu partirei sem mais voltar
E não dizeres que os amores são meu invento…

Desisto de sonhos, de amores e de viver
Levados todos com o vento; só quero morrer
Deixando um pedido solene: esquece que vivi!

Se por mero acaso me recordares algum dia,
Inebriado entre toda a tua louca fantasia,
Deixa que alguém te diga, que por ti morri…


Almograve
11.09.08

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4 Comments:

Blogger Maria Clarinda said...

Olá, o prometido é devido...cheguei e depois de descansar arrumar tdo, vim visitá-la. Os momentos que aqui passei foram deliciosos, adorei os seus poemas, adorei as fotos.
Voltarei com a calma que se impõe, pois saio com a vontade louca de voltar.
Um jinho muito grande e...adorei conhecê-la.

1:54 da tarde  
Blogger joaninha said...

Maria Clarinda!
Muito obrigada pela visita. Também adorei conhecê-la e adorei a breve troca de palavras de uma apresentação que foi uma despedida.
Será um prazer encontrá-la por aqui muitas vezes, embora não considere o que escrevo de muito valor, para que perca o seu tempo por aqui. Mas fico-lhe grata.
Um beijinho enorme.

11:25 da tarde  
Blogger meus instantes e momentos said...

muito bom.é bom voltar ao teu blog. Gosto daqui.
Maurizio

8:49 da manhã  
Blogger Leonor C.. said...

O poema é bom mas triste como a saudade dum amor que não volta...mas vive no coração...

2:42 da tarde  

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