terça-feira, setembro 02, 2008

ONDE PASSA O TEJO

Da minha janela vejo o rio e não o mar
Mas pelo rio seguem os beijos de saudade
Da que foi e será de muito te amar…
Saudade da vida que se tornou eternidade.

Da minha janela o rio vê-me chorar
Vê-me triste, e chora comigo a saudade
Uma saudade sempre, sempre a aumentar…
Porque essa é a minha única verdade…

Da minha janela vejo um belo roseiral
Deixo-me inebriar pelas cores sem igual
Mas não vou colher as rosas vermelhas

Aos pés do roseiral passa o Tejo
E por ele te mando o meu terno beijo
E deixo que se afundem as dores já velhas…

02.09.08

Etiquetas:

4 Comments:

Blogger JOSÉ MODESTO said...

Gosto imenso do seu Blogue. Poesia é Arte-Paixão-Amor.
No entanto "vejo-a" em outros blogues fazendo os seus comentários... reflectir para depois descarregar... Interessante... Prossiga com o mesmo...força

11:47 da tarde  
Blogger Nilson Barcelli said...

Gostei do teu soneto.
É fresco como as rosas e fluido como o Tejo...

Beijinhos.

4:47 da tarde  
Blogger joaninha said...

A José Modesto
Primeiro agradeço a visita e depois o dizer-me que gosta do meu Blog. Obrigada. Poesia é tudo isso que disse – Arte – Paixão – Amor. Mas sobretudo sensibilidade.
Percebi que vai ler-me noutros locais e isso leva-me a acrescentar que tudo isso que é poesia não é impeditivo que se seja crítico e observador… Pensar, permite tudo isto. Muito obrigada e terei muito prazer em o ter como crítico dos meus escritos. Até sempre.

5:29 da tarde  
Blogger joaninha said...

Olá Nilson,
Que bom ver-te por aqui, é sempre agradável ver gente amiga a visitar-nos. Obrigada por gostares do meu poeminha. Bom fim-de-semana. Beijinhos

5:34 da tarde  

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