sábado, dezembro 15, 2007

POR AMOR


Vivo enleada no meu sonho paradoxal.
Vivo e hei-de morrer por este sonho sem igual.
Que gritem que é loucura este amor,
Que me acusem, mas deixem-me, por favor.


Tudo e todos não serão muitos, neste amor imortal.
E mesmo sofrendo, dilacerada pela dor,
Não deixo de louvar este amor ideal.
Porque Amor é sofrer e por ti, eu sofro, Amor...


Mesmo ouvindo dizer que não me amas,
mesmo que digas que pelo meu nome não chamas,
deixo minhas cinzas rio abaixo, proclamarem


que de abandono se morre, não de Amor.
Mesmo que me mostres todo o teu desamor
Deixo minhas cinzas, rio abaixo, te chamarem...

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3 Comments:

Blogger jorgeferrorosa said...

Nas palavras do tempo, entre paradoxos e possíveis amores que nunca são, sinto-me igual sem igual, os gritos a estilhaçarem no meu interior enquanto os outros julgam, enquanto acusam, enquanto dão murros, enquanto essas coisas todas. Isso a que se submete, no dizer e pelo dizer... creio nas cinzas, essas que proclamam a desistência com os sabores do amor...
Mais um trabalho, uma folha caida, um sinal, dois sinais... a vida e tanto mais. Continuo em pausa para reflexão, em breve voltarei já remodelado e com novo fôlego. Gostei! Até lá um beijinho sem presseguição nem estar a sugocar com mensagens de encher. Vá... as melhoras!
Jorge Ferro Rosa

4:17 da tarde  
Blogger Diolindinha said...

Ai vizinha, inté me arrepiei! Mas olhe qué verdade que o amor faz sofrer, eu sei...
Esero que já esteja melhorzinha. Tome um chazinho quente, já que não pode vir à minha casa.

Beijinhos da Diolinda

11:06 da tarde  
Blogger Leonor C.. said...

O amor, tal como o sonho, é uma constante da vida. Quer queiramos, quer não, chamamos sempre por ele.

Beijinhos

11:08 da tarde  

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